Custos esquecidos costumam aparecer em compras pequenas: um pacote de lixas, um filme novo, uma fita de mascaramento. Cada item parece pouco, mas o conjunto pode consumir a margem de várias peças. O objetivo é registrar o uso sem transformar o orçamento em uma contagem impossível.
Procure pelas etapas do processo
- Preparação: tempo de arquivo, organização e testes.
- Impressão: material extra, energia, desgaste e peças de reposição.
- Limpeza: IPA, filtros, luvas, papel e materiais de proteção.
- Acabamento: abrasivos, massa, primer, tinta, thinner e verniz.
- Montagem: colas, pinos, ímãs, fios e acessórios.
- Entrega: caixa, proteção interna, etiquetas e frete subsidiado.
Escolha um rateio viável
Materiais com consumo previsível por peça podem entrar por projeto. Outros são mais fáceis de acompanhar por hora de trabalho. Se um frasco de R$ 30 tem 60 ml, seu preço unitário é R$ 0,50/ml. Um consumo de 4 ml custa R$ 2, independentemente de o frasco ter sido comprado meses antes.
Se o IPA já faz parte do custo de lavagem e cura, não repita a mesma porção em outros custos. Se o desgaste do pincel está no equipamento depreciável, não inclua a mesma reposição novamente no consumo da tinta.
Falhas merecem um registro próprio
Uma falha pode exigir reimpressão, novos suportes e mais acabamento. Registre o custo observado por período para estimar uma provisão. O campo de perdas de material sozinho não cobre horas repetidas de máquina nem trabalho.
A reserva da pintura acrescenta uma porcentagem aos custos operacionais e aos materiais por projeto. Ela ajuda a lidar com variações pequenas, mas não substitui atualizar preços nem registrar despesas maiores.
Coloque os números em prática.
Use seus próprios custos e confira o resultado para o seu projeto.
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